Para que você entenda melhor o contexto do tratamento, a palavra em inglês, “peeling“, significa descascar e/ou descamar. No universo dermatológico, essa descamação da pele do rosto ou de determinadas áreas corporais serve para trazer renovação. Assim conseguimos modificar a textura da pele, melhorando poros, deixando a sua superfície mais lisinha e com menos cravos.

Ao descamar, também conseguimos clarear manchas como melanoses solares, melasma e hipercromias pós-inflamatórias (pós-acne ou pelos encravados). Os peelings físicos e/ou químicos também são usados no tratamento de acne, estrias e foliculite.

O que são peelings físicos

Os peelings físicos, nos quais através de uma ponteira diamantada ou de neve de micropartículas de sílica, há uma “abrasão” da pele, determinando a renovação celular. Costumamos indicar para as pacientes com o tipo de pele mais espessa, com acne e comedões – os populares cravos, e também para preparar a pele para alguns peelings químicos, como para estrias, por exemplo.

Peeling físico dói?

O processo é indolor e muito rápido. No dia, o paciente pode apresentar ardência e vermelhidão, o que é comum. No dia seguinte e por mais 3 a 4 dias seguidos, haverá uma descamação fina que é facilmente camuflada com o uso de maquiagem. Durante este processo de recuperação, é fundamental salientar que o paciente deve aplicar filtro solar regularmente e não poderá se expor ao Sol.

O que é peeling químico

Já o peeling químico é chamado dessa forma por contar com a atividade de um ácido (produto químico) que pode variar de acordo com a necessidade do paciente. Para cada tipo de ácido – salicílico, retinoico, kójico etc, há uma indicação específica de acordo com a análise da necessidade do paciente. Portanto, em um mesmo paciente que tenha, por exemplo, acne e manchas, podemos combinar o uso de ácidos diferentes para otimizar o resultado final.

A aplicação envolve uma higienização profunda da pele e, para isso, usamos uma combinação de ácidos que desengordura a pele e causa discreta ardência. Depois, aplicamos o peeling químico, e o paciente deixa a mistura agir durante o tempo estipulado pelo seu médico, lavando em seguida. A partir de então, esperamos que haja uma vermelhidão inicial, seguida de um processo descamativo que pode variar de leve, moderado a intenso.

Tudo dependerá de uma série de fatores como, espessura da pele, preparo prévio, sensibilidade individual do paciente ao ácido utilizado e tempo de contato do agente químico com a pele. Esta descamação dura cerca de 5 dias, e ao fim do processo descamativo temos uma pele mais fina, renovada e tratada.

É fundamental enfatizar que durante o processo de descamação e recuperação, o paciente deve evitar exposição ao Sol. Nesse período, também indicamos a suspensão da rotina de cuidados diários com a pele, usando apenas cremes calmantes e cicatrizantes prescritos pelo médico dermatologista. O uso da maquiagem está liberado, desde que a pele esteja protegida com filtro solar.

Devido a esse processo de descamação, aconselhamos que o paciente concilie o procedimento com a sua agenda de compromissos para evitar situações desagradáveis provenientes do “descascar”. Geralmente o recomendável é 1 sessão por mês. Para resultados satisfatórios, o paciente deve realizar de 1 a 3 sessões. Como o inverno encontra-se próximo, indicamos que o paciente inicie já seu planejamento de tratamento, enfatizando a época favorável com temperaturas amenas e a menor exposição solar.

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