Você fez uma lipoaspiração, abdominoplastia ou outra cirurgia plástica, o inchaço começou a diminuir, mas percebeu uma área mais dura, repuxada, aderida ou irregular. Saiba como identificar e tratar a Fibrose pós-cirurgia plástica neste artigo.
É comum pensar imediatamente em fibrose.
Mas nem todo endurecimento depois de uma cirurgia é fibrose.
Edema, inflamação, aderências, seroma, alterações do contorno e o próprio processo de cicatrização podem provocar sensações parecidas.
A fibrose está relacionada a alterações na organização e na mobilidade do tecido cicatricial. O tratamento depende do que está acontecendo naquele tecido, do procedimento realizado e da fase da recuperação.
Por isso, antes de iniciar massagens, drenagem, aparelhos ou qualquer outro tratamento, a primeira pergunta deveria ser:
Esse endurecimento é realmente fibrose?
O que é fibrose pós-cirúrgica e como identificar e tratar?
Toda cirurgia provoca uma lesão controlada nos tecidos e inicia um processo natural de reparação.
Durante a cicatrização, o organismo produz e reorganiza diferentes componentes da matriz extracelular, incluindo colágeno, para reparar a região operada.
Esse processo não termina quando a incisão fecha.
O tecido continua passando por um período prolongado de remodelamento e reorganização.
Em algumas situações, determinadas áreas podem apresentar maior rigidez, aderência ou redução da mobilidade entre os tecidos.
É esse tipo de alteração que costuma ser chamado de fibrose pós-cirúrgica.
Ela pode ser identificada principalmente depois de procedimentos que envolvem manipulação mais extensa do tecido subcutâneo, como a lipoaspiração e cirurgias associadas.
Mas existe um ponto fundamental: sentir uma região endurecida não significa automaticamente que exista uma fibrose instalada.
Essa diferença não é apenas uma questão de nome. Alterações diferentes podem exigir condutas diferentes.
Como identificar se estou com fibrose depois da cirurgia para tratar?
Muitas pessoas começam a desconfiar de fibrose quando o edema geral diminui, mas determinados pontos continuam mais rígidos ou diferentes das áreas ao redor.
Entre as alterações que podem chamar atenção estão:
- áreas endurecidas ou mais rígidas ao toque;
- sensação de repuxamento;
- menor deslizamento da pele sobre os tecidos;
- pontos de aderência;
- pequenos relevos ou irregularidades;
- alteração do contorno;
- desconforto em determinados movimentos;
- em alguns casos, redução da mobilidade da região.
Esses sinais podem levantar uma suspeita, mas não permitem confirmar fibrose apenas pela aparência ou pelo toque da própria pessoa.
Durante uma avaliação, é preciso considerar aspectos como:
- qual cirurgia foi realizada;
- há quanto tempo o procedimento aconteceu;
- qual região foi tratada;
- como o edema está evoluindo;
- como está a mobilidade da pele e da cicatriz;
- se existe dor ou desconforto;
- se há assimetrias;
- quais orientações já foram dadas pelo cirurgião.
Isso acontece porque uma área que parece “fibrose” pode, na verdade, corresponder a outra alteração do pós-operatório.
E tratar uma alteração supondo que ela seja outra pode não trazer o resultado esperado.
Fibrose, edema e seroma: qual é a diferença?
Essa é uma das principais dúvidas no pós-operatório.
Embora possam parecer semelhantes para quem observa ou toca a própria região operada, fibrose, edema e seroma representam situações diferentes.
| Alteração | O que acontece | Como pode ser percebida | O que fazer |
|---|---|---|---|
| Edema | Há acúmulo de líquido nos tecidos como parte da resposta do organismo à cirurgia | Inchaço, peso, tensão ou aumento de volume que pode mudar ao longo da recuperação | Deve ser interpretado considerando a cirurgia e a fase do pós-operatório |
| Fibrose | Há alterações relacionadas à organização e à mobilidade do tecido cicatricial | Endurecimento, aderência, repuxamento ou menor mobilidade do tecido | A abordagem depende das características encontradas na avaliação |
| Seroma | Forma-se uma coleção localizada de líquido | Pode ocorrer aumento localizado de volume e sensação diferente do edema difuso | Precisa ser avaliado pelo cirurgião |
Além dessas três situações, inflamação, aderências, irregularidades de contorno e a própria cicatrização normal também podem gerar regiões mais endurecidas.
É justamente por isso que não é recomendável escolher um tratamento apenas porque uma área parece dura.
Primeiro se procura entender o que está acontecendo. Depois se decide se existe necessidade de intervenção e qual objetivo essa intervenção deve ter.
Fibrose depois da lipoaspiração é comum?
A lipoaspiração provoca uma manipulação importante do tecido subcutâneo.
Durante a recuperação, é esperado que ocorram edema, inflamação e mudanças temporárias na consistência da região tratada.
Em algumas pessoas, áreas de maior rigidez, aderência ou fibrose podem se tornar perceptíveis durante essa evolução.
Abdômen, flancos, costas e outras regiões submetidas à lipoaspiração podem apresentar pontos mais endurecidos ou com menor deslizamento entre os tecidos.
O desafio é que, especialmente nas fases iniciais, nem toda alteração de consistência representa uma fibrose que precisa ser tratada.
O acompanhamento serve justamente para observar a evolução do tecido e diferenciar aquilo que ainda pertence ao processo esperado de cicatrização de uma alteração que pode se beneficiar de intervenção.
E a fibrose depois da abdominoplastia?
A abdominoplastia é uma cirurgia extensa e também pode ser associada à lipoaspiração.
Durante a recuperação podem ocorrer:
- edema;
- alterações temporárias de sensibilidade;
- mudanças na mobilidade da cicatriz;
- sensação de repuxamento;
- restrição temporária de movimentos;
- áreas de maior rigidez.
Quando existem aderências ou regiões fibróticas, avaliar apenas a aparência da pele pode ser insuficiente.
Também podem precisar ser considerados a mobilidade do tronco, a mobilidade da cicatriz, o deslizamento dos tecidos, a presença de edema e a fase da cicatrização.
Isso importa porque uma técnica que pode fazer sentido meses depois da cirurgia não necessariamente é adequada nas primeiras semanas.
O momento do pós-operatório faz parte da decisão terapêutica.
Fibrose pós-lipo tem cura?
Essa é uma das perguntas mais frequentes sobre o assunto, mas o termo “cura” nem sempre é o mais preciso.
Muitas alterações fibróticas, aderências e reduções da mobilidade dos tecidos podem apresentar melhora ao longo do processo natural de remodelamento da cicatriz e, quando existe indicação, com intervenções específicas.
O grau de resposta varia.
Ele pode depender de fatores como:
- tempo desde a cirurgia;
- extensão da alteração;
- profundidade dos tecidos envolvidos;
- presença de aderências;
- mobilidade da região;
- características individuais da cicatrização;
- existência de outras alterações associadas.
Existe ainda uma questão importante: nem toda irregularidade que durante meses foi chamada de “fibrose” realmente tem a fibrose como principal causa.
Uma alteração de contorno, por exemplo, pode ter outra origem.
Nesse caso, insistir repetidamente em tratamentos voltados para fibrose pode não resolver a queixa.
Por isso, uma pergunta mais útil do que simplesmente “fibrose tem cura?” é: que alteração existe hoje nesse tecido e o que pode ser feito a partir dela?
Como tratar fibrose pós-cirurgia?
Não existe um único tratamento adequado para todas as pessoas com suspeita de fibrose.
A escolha começa pela avaliação do tecido e pela identificação da fase da recuperação.
Dependendo dos achados, podem ser considerados recursos como:
- técnicas manuais;
- mobilização tecidual;
- cuidados relacionados à cicatriz;
- estratégias voltadas à mobilidade;
- drenagem linfática manual quando houver edema associado e indicação;
- ultrassom terapêutico;
- fotobiomodulação;
- bandagens terapêuticas;
- orientações de movimento.
Mas essa lista não deve funcionar como um cardápio no qual todos os pacientes recebem automaticamente as mesmas técnicas.
Cada recurso precisa ter um motivo para ser utilizado.
Um estudo clínico com 18 mulheres no pós-operatório de lipoaspiração ou lipoabdominoplastia observou redução de edema, dor e fibrose após sessões que combinaram drenagem linfática manual e ultrassom terapêutico. Como o estudo utilizou uma amostra pequena e avaliou as duas intervenções em conjunto, não é possível concluir que essa combinação seja necessária ou apropriada para todos os pacientes. [1]
Uma revisão sistemática e meta-análise sobre o manejo físico de tecidos cicatriciais também encontrou possíveis benefícios em características como dor, espessura e mobilidade da cicatriz, mas mostrou variação importante entre os protocolos utilizados. [2]
Isso reforça um princípio importante no pós-operatório:
individualizar é mais importante do que repetir automaticamente a mesma sequência de técnicas.
Drenagem linfática trata fibrose?
Drenagem linfática e tratamento da fibrose não são a mesma coisa.
A drenagem linfática manual atua principalmente sobre o sistema linfático e pode ser utilizada no manejo do edema quando existe indicação.
A fibrose envolve características diferentes do simples acúmulo de líquido.
Uma mesma pessoa pode apresentar edema e alterações fibróticas ao mesmo tempo.
Isso não significa, porém, que os dois problemas tenham o mesmo tratamento.
A literatura descreve a utilização da drenagem em diferentes contextos pós-operatórios e procedimentos estéticos, mas ainda existe heterogeneidade entre estudos e protocolos. [1,3]
Por isso, não há razão para considerar a drenagem uma técnica obrigatória depois de toda cirurgia ou afirmar que ela, sozinha, “elimina” uma fibrose.
Quanto mais forte a massagem, melhor para “quebrar” a fibrose?
Não. Fibrose não deve ser tratada seguindo a lógica de “quebrar” o tecido com força.
Sentir muita dor durante uma manipulação também não significa que o tratamento esteja funcionando melhor.
Um tecido em recuperação precisa receber estímulos compatíveis com sua resistência e com a fase da cicatrização.
Manipulações excessivamente agressivas podem provocar dor, irritação e inflamação, além de não representarem um objetivo terapêutico adequado.
Quando técnicas manuais fazem parte do acompanhamento, intensidade, direção e progressão precisam ser definidas a partir da avaliação.
Fibrose antiga ainda pode ser tratada?
O fato de a cirurgia ter acontecido há meses não significa automaticamente que não exista possibilidade de melhora.
O tecido cicatricial passa por remodelamento durante um período prolongado.
Alterações antigas, porém, podem apresentar características diferentes daquelas observadas no início da recuperação.
Em fases mais tardias, a atenção pode estar mais voltada à mobilidade dos tecidos, aderências, cicatriz e possíveis limitações funcionais do que ao edema típico das primeiras semanas.
Há ainda outra possibilidade.
Uma irregularidade pode ter sido tratada durante meses como “fibrose” sem que essa seja realmente a principal alteração presente.
Por isso, quando uma queixa persiste apesar de tratamentos repetidos, reavaliar o tecido pode ser mais útil do que simplesmente repetir a mesma técnica.
Posso fazer massagens na fibrose em casa?
Não é recomendável realizar manipulações intensas sem saber exatamente o que está causando o endurecimento.
A intensidade e o tipo de mobilização precisam respeitar:
- a cirurgia realizada;
- a fase da cicatrização;
- as características do tecido;
- as restrições determinadas pelo cirurgião.
Massagear uma região apenas porque ela parece endurecida não garante melhora.
Se aquilo não for fibrose, a estratégia pode inclusive não fazer sentido para o problema existente.
É preciso fazer exercícios ou alongamentos em casa?
Em alguns casos, movimentos de mobilidade ou alongamentos leves podem complementar o acompanhamento, principalmente quando existe sensação de repuxamento ou redução da amplitude de movimento.
Eles precisam, porém, respeitar o procedimento realizado e o momento da recuperação.
Forçar um movimento porque a região parece rígida não significa acelerar a cicatrização.
Quando existe necessidade de exercício terapêutico, progressão de carga ou reabilitação funcional, a indicação deve ser feita por profissional habilitado.
Quando procurar o cirurgião em vez de tratar como fibrose?
Nem todo endurecimento depois de uma cirurgia deve ser tratado como uma alteração estética.
Alguns sinais precisam ser comunicados ao cirurgião, incluindo:
- vermelhidão progressiva;
- febre;
- calor intenso na região;
- secreção;
- abertura da incisão;
- piora importante da dor;
- aumento repentino de volume;
- aparecimento rápido de uma assimetria.
- Falta de ar, dor no peito, desmaio ou dor e inchaço importantes em uma das pernas exigem atendimento médico imediato.
O acompanhamento de edema, cicatriz, aderências ou fibrose é complementar ao seguimento realizado pelo cirurgião.
Ele nunca substitui a investigação de uma possível complicação.
Como é feita a avaliação do pós-operatório na Mealth Clinic?
Na Mealth Clinic, o primeiro objetivo de uma avaliação não é escolher um aparelho ou decidir antecipadamente qual técnica será realizada.
É entender o que está acontecendo naquele tecido.
Para isso, podem ser considerados aspectos como:
- procedimento realizado;
- tempo desde a cirurgia;
- orientações do cirurgião;
- evolução do edema;
- características da cicatriz;
- áreas endurecidas;
- aderências;
- mobilidade da pele e dos tecidos;
- sensação de repuxamento;
- desconforto;
- limitações de movimento.
Essa análise ajuda a responder uma pergunta essencial:
o que a pessoa está percebendo corresponde realmente a uma fibrose ou pode existir outra explicação para aquela alteração?
Se o problema predominante for edema, o objetivo do acompanhamento pode ser um.
Caso tenha aderência ou alteração do tecido cicatricial, ele pode ser outro.
Se existirem sinais que precisem de investigação médica, a prioridade passa a ser o retorno ao cirurgião.
A lógica é simples: avaliar primeiro, definir o objetivo depois e só então escolher os recursos que fazem sentido.
Como o tecido muda ao longo das semanas e dos meses, a conduta também pode mudar durante o acompanhamento.
Quantas sessões são necessárias para tratar fibrose?
Não existe um número de sessões que sirva para todas as pessoas.
Uma área localizada percebida há pouco tempo é diferente de uma alteração extensa que já está presente há meses.
A resposta também não pode ser prevista apenas a partir do nome da cirurgia realizada.
O número de atendimentos depende da avaliação inicial e, principalmente, da evolução observada ao longo do acompanhamento.
Por isso, o plano precisa ser reavaliado durante o processo.
Um pacote fechado de sessões não deveria substituir a observação de como aquele tecido está respondendo.
Quando vale a pena fazer uma avaliação?
Se você passou por uma cirurgia e percebeu uma região endurecida, aderida, repuxada ou irregular, uma avaliação pode ajudar a responder primeiro à pergunta mais importante:
isso realmente é fibrose?
A partir daí, fica mais seguro entender:
- qual alteração está presente;
- se existe indicação de acompanhamento;
- qual deve ser o objetivo desse acompanhamento;
- quais recursos podem fazer sentido;
- se a conduta precisa ser ajustada de acordo com a fase da recuperação.
O benefício da avaliação não é simplesmente descobrir “qual aparelho usar”.
É evitar partir de uma suposição errada sobre aquilo que está acontecendo no tecido.
Onde fazer avaliação do pós-operatório no Rio de Janeiro?
A Mealth Clinic realiza avaliação e acompanhamento pós-operatório no Rio de Janeiro, com unidades na Barra da Tijuca e no Cachambi.
Se você passou por lipoaspiração, abdominoplastia ou outro procedimento e percebeu uma área endurecida, aderida, repuxada ou irregular, a avaliação pode ajudar a entender o que está acontecendo e quais cuidados são adequados para o momento atual da sua recuperação.
A disponibilidade dos profissionais e dos recursos utilizados deve ser confirmada com a equipe no momento do agendamento.
Cada avaliação considera o procedimento realizado, o tempo de pós-operatório e as características atuais do tecido.
Perguntas frequentes sobre fibrose pós-cirurgia
Como saber se é fibrose ou apenas inchaço?
O edema está relacionado ao acúmulo de líquido nos tecidos, enquanto a fibrose envolve alterações relacionadas ao tecido cicatricial e à sua mobilidade. Como as duas situações podem coexistir, a diferenciação depende da avaliação da região e da fase da recuperação.
Fibrose pós-lipo pode melhorar?
Muitas alterações podem apresentar melhora durante o próprio processo de remodelamento do tecido e, quando existe indicação, com acompanhamento específico. A evolução depende da extensão, do tempo de pós-operatório e das características do tecido.
Toda região dura depois da lipo é fibrose?
Não. Edema, inflamação, aderências, seroma, alterações do contorno e a própria cicatrização podem provocar endurecimento. Por isso, uma região dura não deve ser automaticamente tratada como fibrose.
Como saber se uma irregularidade é realmente fibrose?
A aparência sozinha não confirma o diagnóstico. Durante a avaliação, podem ser considerados consistência, mobilidade dos tecidos, presença de edema ou aderências, localização da alteração, tempo desde a cirurgia, sintomas associados e evolução do pós-operatório.
Fibrose pode aparecer depois da abdominoplastia?
Pode ocorrer após procedimentos que envolvem manipulação importante dos tecidos, incluindo abdominoplastia, especialmente quando associada à lipoaspiração. Nem todo endurecimento nessa fase, porém, corresponde necessariamente a fibrose.
Drenagem linfática elimina fibrose?
Não é correto tratar drenagem linfática e tratamento de fibrose como sinônimos. A drenagem pode ser indicada principalmente para o manejo do edema. Alterações fibróticas podem exigir outros objetivos e estratégias.
Ultrassom é obrigatório para tratar fibrose?
Não. Existem estudos avaliando ultrassom terapêutico em determinados contextos pós-operatórios, inclusive associado à drenagem linfática, mas isso não significa que o recurso seja necessário para todos os pacientes. [1]
Fibrose antiga ainda pode melhorar?
Pode existir possibilidade de melhora mesmo meses depois da cirurgia. Alterações antigas, porém, precisam ser avaliadas de acordo com as características atuais do tecido, presença de aderências, mobilidade e outras alterações associadas.
Posso massagear uma fibrose em casa?
Não é recomendável realizar manipulações intensas sem saber exatamente o que está causando o endurecimento. O tipo e a intensidade de qualquer mobilização precisam respeitar a cirurgia e a fase da cicatrização.
Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Indicação, produto, quantidade, intervalo, contraindicações e cuidados devem ser definidos individualmente.
Consulte Também:
https://mealthclinic.com.br/especialidades/tratamento-pre-e-pos-operatorio/
https://mealthclinic.com.br/especialidades/firm-intense/
https://mealthclinic.com.br/especialidades/drenagem-linfatica/
Referências técnicas
- [1] Masson IFBM, Oliveira BDA, Machado AFP, Farcic TS, Esteves Júnior I, Baldan CS. Manual lymphatic drainage and therapeutic ultrasound in liposuction and lipoabdominoplasty post-operative period. Indian Journal of Plastic Surgery. 2014;47(1):70-76.
- [2] Deflorin C, Hohenauer E, Stoop R, et al. Physical Management of Scar Tissue: A Systematic Review and Meta-Analysis. Journal of Alternative and Complementary Medicine. 2020;26(10):854-865.
- [3] Marxen T, Shauly O, Goel P, et al. The Utility of Lymphatic Massage in Cosmetic Procedures. Aesthetic Surgery Journal Open Forum. 2023;5:ojad023.
Sobre a Mealth Clinic
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