Você pode continuar treinando, usando bons cosméticos e cuidando da alimentação. Ainda assim, chegar um momento em que o espelho começa a mostrar algo diferente. O contorno do rosto parece menos definido, a papada surge em fotos que antes não incomodavam e a pele do pescoço perde firmeza. E muitas pessoas fazem a mesma pergunta: existe alguma forma de melhorar a flacidez sem recorrer à cirurgia? É justamente nesse contexto que a radiofrequência monopolar ganhou espaço nos consultórios dermatológicos. A tecnologia utiliza calor controlado para estimular estruturas profundas da pele associadas à firmeza e à sustentação dos tecidos.
Mas existe um detalhe importante: a radiofrequência monopolar não é indicada para todo mundo. Em alguns pacientes, pode ser uma excelente estratégia para melhorar a qualidade da pele e reduzir sinais de flacidez. Em outros, dificilmente entregará o resultado esperado.
Por isso, antes de entender se ela funciona, vale responder uma pergunta mais importante: a radiofrequência monopolar faz sentido para o seu tipo de flacidez, para o seu momento de pele e para o resultado que você procura?
O que é radiofrequência monopolar?
A radiofrequência monopolar é uma tecnologia utilizada em tratamentos dermatológicos e estéticos para aquecer camadas profundas da pele de forma controlada.
Esse aquecimento desencadeia respostas biológicas relacionadas à remodelação do colágeno, proteína fundamental para a sustentação e firmeza dos tecidos.
Uma forma simples de entender o processo é imaginar o colágeno como a estrutura interna que ajuda a manter a pele firme e bem posicionada. Com o passar dos anos, essa estrutura sofre alterações naturais, contribuindo para a perda gradual de sustentação.
A radiofrequência monopolar atua justamente nesse contexto, estimulando mecanismos envolvidos na reorganização e renovação dessas fibras.
É importante entender seus limites.
Ela não substitui um lifting cirúrgico quando existe excesso importante de pele.
Também não produz transformações imediatas ou mudanças drásticas na aparência.
Seu papel é outro: contribuir para a melhora da firmeza, da qualidade da pele e do contorno em pacientes adequadamente selecionados.
Por isso, costuma ser procurada por pessoas que desejam tratar a flacidez sem cirurgia em regiões como rosto, pescoço, papada, abdômen, braços e coxas.
Como essa tecnologia funciona na pele?
Para entender seu funcionamento, vale pensar na pele além da superfície.
Cremes e produtos tópicos desempenham um papel importante na hidratação, proteção e melhora da textura. Mas quando a principal queixa está relacionada à sustentação dos tecidos, outras abordagens podem ser consideradas.
A radiofrequência monopolar gera calor controlado em camadas mais profundas da pele. Esse estímulo térmico pode favorecer processos ligados à reorganização das fibras de colágeno e à formação gradual de novo colágeno.
Na prática, isso pode contribuir para:
- melhora da firmeza da pele;
- suavização da flacidez leve a moderada;
- melhora gradual do contorno facial ou corporal;
- aspecto de pele mais estruturada;
- rejuvenescimento sem cirurgia;
- tratamentos com pouco impacto na rotina.
Os resultados não devem ser avaliados como uma mudança imediata.
A remodelação do colágeno acontece ao longo do tempo. Por isso, a resposta ao tratamento costuma ser observada de forma progressiva, geralmente ao longo de semanas ou meses.
Por que a pele perde firmeza com o tempo?
EA perda de firmeza faz parte do processo natural de envelhecimento, mas não depende apenas da idade.
Fatores genéticos, exposição solar acumulada, hábitos de vida, oscilações de peso e alterações hormonais também influenciam a qualidade da pele ao longo dos anos.
Entre as mudanças mais relevantes está a redução progressiva de proteínas estruturais, especialmente colágeno e elastina.
Enquanto o colágeno está relacionado à sustentação, a elastina contribui para a capacidade da pele de voltar à posição original após ser esticada.
Com a diminuição desses componentes, a pele tende a se tornar menos firme, menos resistente e mais suscetível aos efeitos da gravidade.
É nesse momento que muitas pessoas começam a perceber:
- perda do contorno facial;
- papada mais evidente;
- flacidez no pescoço;
- pele mais frouxa nos braços;
- abdômen menos firme;
- textura mais irregular;
- rugas mais aparentes.
Um equívoco comum é associar envelhecimento apenas às rugas.
Em muitos casos, a perda de sustentação tem um impacto ainda maior na aparência do rosto do que as próprias linhas de expressão.
Por isso, algumas pessoas mantêm uma rotina consistente de skincare, tratam manchas e rugas, mas continuam com a sensação de que o rosto parece mais cansado ou menos definido.
Muitas vezes, a explicação está na estrutura de sustentação da pele.

Para que serve a radiofrequência monopolar?
A radiofrequência monopolar é utilizada principalmente em protocolos voltados para melhora da firmeza da pele e tratamento da flacidez leve a moderada.
Entre as indicações mais frequentes estão:
- flacidez facial;
- flacidez do pescoço;
- perda do contorno facial;
- papada associada à frouxidão da pele;
- flacidez corporal;
- abdômen com perda de firmeza;
- braços e coxas flácidos;
- alguns protocolos para celulite;
- abordagens corporais selecionadas para gordura localizada leve.
Mas existe um ponto importante: a mesma queixa pode ter causas completamente diferentes.
A papada, por exemplo, pode estar relacionada à flacidez, ao acúmulo de gordura, às características anatômicas da face ou à combinação desses fatores.
O mesmo vale para celulite, abdômen flácido e perda de contorno facial.
Por isso, nenhum equipamento deve ser tratado como solução universal. A escolha da tecnologia depende do diagnóstico.
Na Mealth Clinic, esse raciocínio faz parte da avaliação: primeiro se entende a causa da queixa. Depois se define qual tratamento realmente faz sentido.
Radiofrequência monopolar para flacidez facial
A flacidez facial está entre as queixas mais frequentes nos consultórios dermatológicos.
Curiosamente, muitos pacientes não conseguem identificar exatamente o que mudou.
Eles costumam dizer:
“Meu rosto parece mais cansado.”
“Perdi o contorno da mandíbula.”
“Parece que minha pele está mais caída.”
“Quero melhorar sem mudar minhas características.”
Na maioria das vezes, essas percepções estão relacionadas à perda gradual de sustentação dos tecidos.
Quando existe flacidez leve a moderada, a radiofrequência monopolar pode ser considerada como parte da estratégia de tratamento.
O objetivo não é deixar o rosto esticado ou alterar sua identidade visual.
O foco está em melhorar a qualidade da pele e contribuir para uma aparência mais firme e bem sustentada, preservando a naturalidade.
Radiofrequência monopolar para papada
A papada costuma incomodar porque interfere diretamente na definição do contorno facial.
Mas é importante entender que nem toda papada tem a mesma origem.
Em algumas pessoas, o principal componente é a gordura localizada.
Em outras, a flacidez da pele tem papel predominante.
Também existem casos em que os dois fatores estão presentes ao mesmo tempo.
Quando há perda de firmeza na região, a radiofrequência monopolar pode ser considerada para melhorar a sustentação da pele e suavizar o aspecto de flacidez.
Já nos casos em que o volume de gordura é o principal responsável pela queixa, outras estratégias podem ser mais adequadas.
É justamente por isso que a avaliação individual faz tanta diferença.
O paciente enxerga apenas a papada.
O dermatologista precisa identificar o que realmente está causando aquela alteração.
Radiofrequência monopolar corporal
No corpo, a radiofrequência monopolar costuma ser procurada por pessoas que se incomodam com a perda de firmeza em regiões como abdômen, braços, coxas, glúteos e área próxima aos joelhos.
Uma situação bastante comum acontece após emagrecimento ou mudanças importantes na composição corporal. A pessoa melhora a alimentação, ganha condicionamento físico e percebe evolução muscular, mas continua insatisfeita com a qualidade da pele.
Isso acontece porque músculo e pele respondem de maneiras diferentes aos estímulos.
Enquanto a atividade física fortalece a musculatura, a firmeza da pele depende de fatores como colágeno, elastina, idade, genética e histórico de oscilações de peso.
Quando existe flacidez leve a moderada, a radiofrequência monopolar pode ser considerada como parte de um plano de tratamento.
Dependendo do caso, ela também pode ser associada a bioestimuladores de colágeno, ultrassom microfocado, tecnologias a laser ou outros protocolos corporais.
Radiofrequência monopolar para celulite
A celulite está entre as queixas estéticas mais frequentes e não deve ser interpretada como falta de cuidado ou consequência exclusiva do excesso de peso.
Seu surgimento envolve diversos fatores, incluindo alterações na estrutura da pele, gordura superficial, predisposição genética, hormônios e características individuais do tecido.
Por esse motivo, raramente existe uma solução única.
A radiofrequência monopolar pode contribuir em alguns protocolos para celulite, especialmente quando há perda de firmeza associada.
Ao melhorar a qualidade da pele, o aspecto visual pode se tornar mais uniforme em determinados pacientes.
Nos casos mais avançados, entretanto, costuma ser necessário combinar diferentes abordagens para alcançar melhores resultados.
Radiofrequência monopolar para gordura localizada
Uma dúvida comum é se a radiofrequência monopolar também pode ajudar em áreas com gordura localizada.
Antes de responder, é importante diferenciar duas condições frequentemente confundidas.
Flacidez e gordura localizada não são a mesma coisa.
A flacidez está relacionada à perda de sustentação dos tecidos.
Já a gordura localizada corresponde ao acúmulo de tecido adiposo em regiões específicas do corpo.
Embora possam coexistir, exigem estratégias diferentes.
Algumas plataformas que utilizam radiofrequência podem fazer parte de protocolos voltados para gordura localizada leve ou moderada. Ainda assim, os resultados tendem a ser graduais e dependem de uma avaliação criteriosa.
Quando existe grande volume de gordura ou excesso importante de pele, outras abordagens podem ser mais adequadas.
Quais são os benefícios reais desse procedimento?
Quando existe uma boa indicação, a radiofrequência monopolar pode oferecer benefícios relacionados principalmente à qualidade da pele e à firmeza dos tecidos.
Entre eles estão:
- melhora gradual da firmeza;
- estímulo à remodelação do colágeno;
- suavização da flacidez leve a moderada;
- melhora da qualidade da pele;
- possibilidade de tratamento facial e corporal;
- recuperação rápida da rotina na maioria dos casos;
- resultados progressivos e naturais;
- associação com outros tratamentos dermatológicos.
Mais do que transformar a aparência, o objetivo costuma ser melhorar a sustentação dos tecidos de forma compatível com as características individuais de cada paciente.
Para quem a radiofrequência monopolar é indicada?
De modo geral, os melhores candidatos são pessoas com flacidez leve a moderada que desejam melhorar a firmeza da pele sem recorrer à cirurgia.
Ela costuma fazer sentido para pacientes que:
- percebem perda gradual de firmeza;
- buscam resultados naturais;
- não desejam mudanças artificiais na aparência;
- apresentam excesso discreto ou moderado de pele;
- mantêm expectativas compatíveis com a proposta do tratamento;
- compreendem que os resultados são progressivos.
Pacientes com esse perfil tendem a ter maior satisfação porque entendem o papel real da tecnologia.
A radiofrequência monopolar não foi desenvolvida para reproduzir os resultados de um lifting cirúrgico.
Sua proposta é diferente: oferecer melhora gradual da qualidade da pele dentro das possibilidades dos tratamentos não invasivos.médica bem feita.
Quando a radiofrequência monopolar pode não valer a pena?
Nem todo paciente se beneficia da mesma forma.
Existem situações em que outras estratégias podem oferecer resultados mais adequados.
Entre elas:
- excesso importante de pele;
- flacidez avançada;
- expectativa de resultado semelhante ao de uma cirurgia;
- grandes volumes de gordura localizada;
- necessidade de correções estruturais mais intensas;
- contraindicações identificadas durante a avaliação.
Por exemplo, pacientes com grande sobra de pele após perda significativa de peso costumam ter resultados limitados com tecnologias não cirúrgicas.
Da mesma forma, quando a principal causa da papada é o excesso de gordura, o plano de tratamento pode seguir outro caminho.
Nesses cenários, a qualidade da indicação faz mais diferença do que o equipamento utilizado.

Radiofrequência monopolar dói?
A experiência varia de acordo com a área tratada, o protocolo utilizado e a sensibilidade individual.
Durante a sessão, o mais comum é sentir aquecimento progressivo na região.
Os equipamentos modernos contam com sistemas de monitoramento que ajudam a tornar o procedimento mais confortável e seguro.
Mesmo assim, algumas áreas podem ser mais sensíveis do que outras.
Por esse motivo, é importante que o paciente receba orientações adequadas antes do tratamento e saiba exatamente o que esperar durante a aplicação.
Como é uma sessão de radiofrequência monopolar?
OO primeiro passo é a avaliação dermatológica.
Nela, são analisados fatores como grau de flacidez, qualidade da pele, presença de gordura localizada, histórico clínico e objetivos do paciente.
Com essas informações, define-se a área de tratamento e o protocolo mais adequado.
Durante a sessão, o equipamento é aplicado sobre a região escolhida, promovendo aquecimento controlado dos tecidos.
Na maioria dos casos, o paciente consegue retomar suas atividades habituais no mesmo dia.
Pode ocorrer vermelhidão temporária ou sensibilidade leve, mas a recuperação costuma ser rápida.
O acompanhamento posterior permite avaliar a evolução dos resultados e definir se existe necessidade de sessões adicionais ou associação com outros tratamentos.
Quando aparecem os resultados da radiofrequência monopolar?
Essa é uma das dúvidas mais comuns entre os pacientes.
Embora algumas pessoas percebam sensação inicial de firmeza logo após a sessão, os resultados mais relevantes costumam surgir gradualmente.
Isso acontece porque a remodelação do colágeno é um processo biológico que leva tempo.
Na prática, a evolução costuma ser observada ao longo das semanas e dos meses seguintes ao tratamento.
A velocidade da resposta varia de acordo com fatores como:
- idade;
- qualidade da pele;
- grau de flacidez;
- região tratada;
- hábitos de vida;
- protocolo utilizado.
Por isso, a radiofrequência monopolar deve ser encarada como um tratamento de construção progressiva de resultado, e não como uma solução imediata.
Quantas sessões são necessárias?
Não existe um número universal de sessões.
A recomendação depende da área tratada, do grau de flacidez, dos objetivos do paciente e da resposta individual ao tratamento.
Algumas pessoas obtêm boa resposta com protocolos mais curtos.
Outras se beneficiam de estratégias de manutenção ou de associações com diferentes tecnologias.
Por isso, o planejamento deve ser individualizado.
Antes de definir qualquer pacote ou cronograma de sessões, o ideal é entender qual é a causa da queixa e qual abordagem oferece a melhor relação entre expectativa e resultado possível.
Radiofrequência monopolar substitui cirurgia?
Não. A radiofrequência monopolar não substitui procedimentos cirúrgicos quando existe excesso importante de pele ou flacidez avançada.
Essa distinção é importante porque muitas expectativas irreais surgem justamente da comparação entre tratamentos com propostas completamente diferentes.
Procedimentos não invasivos podem contribuir para melhorar firmeza, qualidade da pele e definição de contorno facial ou corporal. Porém, possuem limitações naturais.
A cirurgia continua sendo a abordagem mais eficaz para corrigir grandes excessos de pele, como ocorre em alguns casos de lifting facial, abdominoplastia, braquioplastia ou blefaroplastia.
Por outro lado, muitas pessoas ainda não apresentam indicação cirúrgica ou simplesmente não desejam passar por uma cirurgia.
Nesses casos, a radiofrequência monopolar pode representar uma alternativa interessante para melhorar a firmeza da pele com menor impacto na rotina.
Radiofrequência monopolar antes e depois: por que é preciso cautela?
É natural procurar imagens de antes e depois para entender o que um tratamento pode entregar.
O problema é que fotografias isoladas nem sempre contam a história completa.
Diferenças de iluminação, ângulo, expressão facial, postura, qualidade da pele, peso corporal e associação com outros procedimentos podem influenciar significativamente a percepção do resultado.
Além disso, cada paciente apresenta características próprias de envelhecimento, flacidez e resposta biológica.
Por isso, a pergunta mais útil não é: “Qual foi o resultado daquela pessoa?”, mas sim: “O que é realista esperar no meu caso?”
Essa resposta depende de uma avaliação individualizada.
Quem não deve fazer radiofrequência monopolar?
As contraindicações devem sempre ser analisadas durante a consulta médica.
De forma geral, a avaliação considera fatores como:
- gestação;
- dispositivos eletrônicos implantados;
- infecções ou inflamações ativas na área tratada;
- alterações importantes de sensibilidade;
- determinadas condições clínicas;
- procedimentos recentes que possam interferir no tratamento.
Além das contraindicações médicas, também é importante avaliar se existe compatibilidade entre expectativa e resultado possível.
Nem sempre um paciente está contraindicado. Às vezes, apenas não é o tratamento mais indicado para aquela situação específica.
Quando a radiofrequência monopolar vale a pena?
A radiofrequência monopolar costuma valer a pena quando existe alinhamento entre três fatores:
- a queixa apresentada;
- a indicação médica;
- a expectativa do paciente.
Ela tende a oferecer melhores resultados em pessoas com flacidez leve a moderada que desejam melhorar a firmeza da pele sem recorrer à cirurgia.
Por outro lado, a experiência pode ser frustrante quando existe excesso importante de pele, expectativa de transformação imediata ou busca por resultados semelhantes aos de um procedimento cirúrgico.
A tecnologia em si não determina o sucesso do tratamento.
A indicação correta é o que faz a diferença.
Por que escolher a Mealth Clinic para radiofrequência monopolar no Rio de Janeiro?
A Mealth Clinic atua nas áreas de dermatologia clínica, estética, cirúrgica, capilar, tricologia e cosmiatria. Possuímos unidades na Barra da Tijuca e no Cachambi, oferecendo avaliação dermatológica para pacientes que desejam tratar flacidez facial, papada, contorno facial e flacidez corporal com radiofrequência monopolar.
Nos tratamentos para flacidez e rejuvenescimento, o foco está na construção de um plano individualizado, baseado em avaliação médica e não apenas na disponibilidade de uma tecnologia específica.
Isso é especialmente relevante porque queixas semelhantes podem ter causas completamente diferentes.
Duas pessoas podem apresentar papada, por exemplo, e precisar de abordagens totalmente distintas.
O mesmo acontece com flacidez facial, perda de contorno facial ou alterações corporais. Por esse motivo, a avaliação vem antes da indicação.
Dependendo das características identificadas durante a consulta, o tratamento pode envolver radiofrequência monopolar, bioestimuladores de colágeno, ultrassom microfocado, tecnologias a laser, procedimentos injetáveis ou combinações dessas estratégias.
O diferencial está na indicação
Uma tecnologia de alto nível não garante bons resultados quando utilizada no paciente errado.
Da mesma forma, uma indicação bem construída aumenta significativamente a chance de satisfação com o tratamento.
Na Mealth Clinic, a radiofrequência monopolar é encarada como uma ferramenta dentro de um raciocínio dermatológico mais amplo.
O objetivo não é indicar um aparelho, e sim identificar qual tratamento faz mais sentido para cada caso.
Naturalidade como prioridade
Um dos motivos pelos quais muitos pacientes se interessam pela radiofrequência monopolar é a busca por resultados discretos e progressivos.
Na prática, a maioria das pessoas não procura transformar o rosto ou modificar características marcantes da aparência. Elas desejam recuperar parte da firmeza perdida ao longo do tempo e manter uma aparência compatível com a própria idade.
Quando bem indicada, a radiofrequência monopolar se encaixa nesse objetivo porque atua estimulando mecanismos naturais da pele, sem alterar proporções ou criar mudanças abruptas.
O foco não está em parecer outra pessoa. Está em envelhecer com mais qualidade, preservando características individuais e respeitando a anatomia de cada paciente.
Conclusão: radiofrequência monopolar vale a pena?
A radiofrequência monopolar pode ser uma excelente opção para pessoas com flacidez leve a moderada que desejam melhorar a firmeza da pele sem recorrer à cirurgia.
Atende tanto áreas faciais quanto corporais e costuma despertar interesse em regiões como rosto, pescoço, papada, abdômen, braços e coxas.
Mas existe um ponto fundamental: o resultado depende muito mais da indicação correta do que da tecnologia isoladamente.
Pacientes com expectativas compatíveis, boa indicação e objetivos bem definidos tendem a ter uma experiência muito mais positiva.
Por isso, antes de decidir por qualquer procedimento, vale entender qual é a principal causa da sua queixa.
Nem toda perda de contorno facial ou corporal é flacidez, nem toda papada é causada pela mesma razão e nem toda alteração corporal responde ao mesmo tratamento.
A avaliação dermatológica existe justamente para responder essas perguntas.
E é a partir delas que se constrói um plano realmente adequado para cada paciente.
FAQ sobre sobre radiofrequência monopolar
– O que é radiofrequência monopolar?
É uma tecnologia que utiliza calor controlado para estimular processos relacionados à firmeza e à remodelação do colágeno em camadas profundas da pele.
– Para que serve a radiofrequência monopolar?
É utilizada principalmente em tratamentos voltados para flacidez leve a moderada, melhora da firmeza da pele e protocolos de rejuvenescimento sem cirurgia no RJ.
– Radiofrequência monopolar funciona mesmo?
Pode oferecer bons resultados quando existe indicação adequada e expectativa compatível com as possibilidades do tratamento.
– Em quanto tempo aparecem os resultados?
Embora algumas pessoas percebam mudanças iniciais logo após a sessão, os resultados mais relevantes costumam surgir gradualmente ao longo de semanas e meses.
– Quantas sessões são necessárias?
A quantidade varia conforme a área tratada, o grau de flacidez, os objetivos do paciente e a resposta individual ao tratamento.
– Radiofrequência monopolar dói?
Pode ser considerada quando existe componente de flacidez na região. A indicação depende da causa predominante da papada.
– Radiofrequência monopolar ajuda na papada?
Pode ser considerada quando existe componente de flacidez na região. A indicação depende da causa predominante da papada.
– Radiofrequência monopolar ajuda no abdômen flácido?
Pode contribuir para melhora da firmeza em casos leves a moderados. Situações com excesso importante de pele costumam exigir outras abordagens.
– Radiofrequência monopolar trata celulite?
Pode fazer parte de protocolos para celulite, especialmente quando há perda de firmeza associada. A resposta varia conforme o grau e as características individuais.
– Radiofrequência monopolar emagrece?
Não. O tratamento não tem como objetivo promover emagrecimento.
– Radiofrequência monopolar substitui cirurgia?
Não. Procedimentos cirúrgicos continuam sendo mais indicados quando existe excesso importante de pele ou flacidez avançada.
– Qual a diferença entre radiofrequência monopolar e ultrassom microfocado?
São tecnologias diferentes, com mecanismos distintos de ação. A escolha depende da avaliação médica e dos objetivos do tratamento.
– Qual a diferença entre radiofrequência monopolar e radiofrequência microagulhada?
A radiofrequência monopolar atua sem perfurar a pele. Já a radiofrequência microagulhada utiliza microagulhas associadas à energia de radiofrequência, sendo indicada para objetivos diferentes.
– Quem não deve fazer radiofrequência monopolar?
A radiofrequência monopolar atua sem perfurar a pele. Já a radiofrequência microagulhada utiliza microagulhas associadas à energia de radiofrequência, sendo indicada para objetivos diferentes.
– Onde fazer radiofrequência monopolar no Rio de Janeiro?
A Mealth Clinic oferece avaliação dermatológica para pacientes que desejam entender se a radiofrequência monopolar é indicada para flacidez facial, papada, flacidez corporal e rejuvenescimento sem cirurgia no Rio de Janeiro. A indicação é feita após análise individualizada da pele e dos objetivos do paciente.
Onde fazer Radiofrequência Monopolar no Rio de Janeiro com segurança?
Na Mealth Clinic, a avaliação é feita por dermatologistas, com análise individualizada da sua anatomia, do grau de flacidez, da qualidade da pele e do resultado que você deseja alcançar.
O primeiro passo é entender o que o seu rosto realmente precisa.
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